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CURSO ON LINE SOBRE LÉLIA GONZALEZ E BEATRIZ NASCIMENTO

- INSCRIÇÕES  ATÉ DIA 28 DE MAIO -





No mês de Maio oferecemos virtualmente a primeira parte do curso A história do Feminismo Negro no Brasil. Na primeira parte trabalhamos com algumas categorias e conceitos que se articulam no campo do que se denomina feminismo negro.Na segunda parte, em Junho vamos apresentar o pensamento de duas autoras: Lelia Gonzales e Beatriz Nascimento. Ambas, são duas pesquisadoras brasileiras e intelectuais importantissimas para o avanço do campo sobre a mulher negra em nosso pais. Lelia Gonzales, criou o conceito de feminismo afrolatino: um dialogo entre mulheres negras e latinas do continente, pautando o pan africanismo como saida para a luta da diaspora negra na america latina. Beatriz nascimento, pesquisou sobre os quilombos, e trouxe muitos elementos para pensarmos a organização e articulação das mulheres negras como lideranças importantíssimas nesses espaços. Juntas com Clóvis Moura, ambas são referencias muito importante para pensarmos sobre a comunidade africana da diáspora em nosso pais.

Curso aberto a todas e todos interessadxs!



Todos e todas são bem vindos!



Serviço: Curso totalmente on line (INSCRIÇÕES AQUI)


Metodologia: filmes, textos, fóruns de debates, atividades on line, produção textual. O material fica disponível por 30 dias e você acessa dentro da sua rotina.

Duração: 45 dias (de 30 de maio a 15 de Julho)

Certificação: 40 horas

Valor:60,00

Ementa: Módulo 1 - Ori ou a origem (Beatriz Nascimento)
Módulo 2 - Os espaços negros de resistência: quilombos e terreiros de candomblé (Beatriz Nascimento)
Módulo 3 - As mulheres negras no quilombo e nos terreiros de candomblé (Betriz Nascimento)
Módulo 4 - Ser negro, ser negra (Lélia Gonzalez)
Módulo 5 - Feminismo Negro (Lélia Gonzalez)
Módulo 6 - Feminismo afrolatino e a unidade na luta panafricanista (Lélia Gonzalez)
Avaliação Institucional - os participantes realizam a avaliação do curso

Bibliografia: A categoria político-cultural de amefricanidade.” Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro (92/93): 69-82, jan./jun. 1988.
As amefricanas do Brasil e sua militância.” Maioria Falante. (7): 5, maio/jun. 1988.
Por um feminismo afrolatinoamericano.” Revista Isis Internacional. (8), out. 1988.
A importância da organização da mulher negra no processo de transformação social.” Raça e Classe. (5): 2, nov./dez. 1988.
Lugar de negro (com Carlos Hasenbalg). Rio de Janeiro, Marco Zero, 1982. 115p. p. 9-66. (Coleção 2 Pontos, 3.).
Documentário Ori (Beatriz Nascimento)
Eu sou atlantica (Beatriz Nascimento)
Materiais do arquivo pessoal de Beatriz Nascimento disponíveis no Arquivo Nacional

Mediadora: Profª Mestra Jaque Conceição


Graduada em Pedagogia (2009) pelo Centro Universitário São Camilo, é Mestre em Educação: História, Política, Sociedade (2014) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Pesquisa a luz da Teoria Critica da Sociedade, especialmente as contribuições de Herbert Marcuse, Theodor W. Adorno e Angela Y. Davis. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação em Periferias Urbanas; e, experiência com políticas publicas, gestão de projetos sociais, debates e pesquisas sobre racismo e formação na perspectiva da Teoria Critica da Sociedade e também na formação continuada de professores e educadores sociais. Atua no campo dos Direitos Humanos desde 1995, com ênfase nas áreas: relações de gênero e raça, juventude e criminologia juvenil (medidas socioeducativas). Possuiu publicações sobre gênero, funk, juventude, racismo, sistema prisional e políticas sociais (artigos autorais e traduções) em revistas científicas e revistas de circulação não acadêmica. Recentemente atua com pesquisa, formação e disseminação de conhecimento sobre a formação do indivíduo negr@ (na perspectiva da Teoria Critica da Sociedade) no Brasil, e as relações entre feminismo/feminino na cultura tradicional de matriz africana presente no candomblé. Ainda dedica-se a elaboração do projeto de pesquisa de doutorado sobre a intelectual, professora e filosofa norte americana Angela Yvonne Davis. Militante dos coletivos culturais da Cidade de São Paulo, membro do Fórum dos Direitos da Criança e do Adolescente da Freguesia do Ó e Brasilândia desde 1998, também atua no movimento negro, situando-se no campo da luta pela defesa dos direitos e garantias das mulheres negras, e pelo fim do genocídio da juventude preta.



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No total, as mulheres representam 6,4% da população carcerária do Brasil, que é de aproximadamente 607 mil detentos. A taxa de mulheres presas no país é superior ao crescimento geral da população carcerária, que teve aumento de 119% no mesmo período. Na comparação com outros países, o Brasil apresenta a quinta maior população carcerária feminina do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos (205.400 detentas), China (103.766) Rússia (53.304) e Tailândia (44.751).


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Módulo 3 - Circulo temático - Movimento Nacional de Mulheres Negras: as demandas das mulheres negras ou as mulheres negras demandam?

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Serviço: Curso on Line O pensamento de Angela Davis Quando: 15 de Abril a 30 de Maio Quanto: 60 reais Inscrições AQUI


Ementa:
Conteúdo programático: Módulo I - Introdução ao pensamento de Angela DavisMódulo II - LiberdadeMódulo III - Feminismo e Feminismo NegroMódulo IV - Sistema PrisionalMódulo VI - …